Athlete Career Transition

Naomi Riches, atleta ParaolímpicaUSA 7's Rugby

A agência especializada na transição da carreira dos atletas, Kent Athlete Career Transition Pathway (ACT), utiliza as ferramentas Thomas.

A ACT é um projeto dos ex-jogadores de rugby Andy e Steve Moore. Os irmãos desenvolveram o negócio em 2011 com o objetivo de encontrar trabalho para atletas após desistirem. Ambos jogaram rugby e inspiraram-se nos desafios que sentiram quando se retiraram. 

O desafio

A ACT precisava de um conjunto de ferramentas capazes de avaliar os atletas e o seu potencial de compatibilidade com o local de trabalho. As ferramentas precisavam de ser de fácil aplicação e serem implementadas quer a negócios como a atletas, e fornecer resultados consistentes.

A solução

A ACT tem estado a usar a psicometria como parte integrante das suas ferramentas de negócio desde a conceção do negócio, mas sempre desejou um parceiro que compreendesse realmente os atletas. A Thomas Sport foi capaz de fornecer assessments desenvolvidos especificamente para atletas e, por ex-atletas. 

Após reunião, ficou decidido que o Thomas PPA (comportamental) e que o Thomas TEIQue (inteligência emocional) eram as ferramentas ideais.

"Escolhemos o PPA e o TEIQue para nos ajudarem a compreender os atletas com os quais estávamos a lidar e ajudá-los a compreenderem-se aos próprios" explica Moore.

É pedido aos atletas que completem os questionários Thomas PPA e Thomas TEIQue. Uma abordagem top-down é então usada na empresa, com o CEO a ser o primeiro a preencher os questionários e depois os colaboradores. É com estes perfis que os atletas são comparados.

"It is not necessarily the sector a business is in that matters," diz Moore, "it's the environment that is key."

Após uma reunião inicial com o atleta, na qual se colocam questões como a sua idade e qualificações, estes completam os assessments. Nikki Donovan, Psicólogo da ACT irá posteriormente fornecer o feedback ao atleta. 

A reação perante os resultados é de estupefação. “Os atletas tendem a concentrar-se em si mesmos em termos de rendimento, não em termos de traços de personalidade”, diz Moore. “Estão constantemente a tentar melhorar o seu rendimento, sem pensarem acerca de si próprios a um nível mais profundo.”

 É este autoconhecimento que os impulsiona para uma nova carreira. Graças aos assessments Thomas, a ACT espera colocar atletas em estágios de três meses ou contratos a tempo inteiro, dependendo do tipo de função e etapa em que estejam. Todos os estágios oferecem aos atletas a possibilidade de progredirem na empresa.

Quer os estejamos a colocar num ambiente por três meses ou três anos, estamos sempre a trabalhar no sentido do objetivo final de serem integralmente empregados… com um claro percurso de progressão de modo a evitar surpresas desagradáveis. Em última instância, estas são pessoas bastante ambiciosas, está-lhes no ADN.

A ACT também desenvolveu um programa de assistência na transição que trabalha com os atletas para os preparar mentalmente para a transição, significando isto que se o atleta não for imediatamente colocado numa empresa, a ACT irá trabalhar com o atleta numa base regular.

Os resultados

Até ao momento a ACT já integrou no mercado de trabalho, 32 atletas, dos quais 11 a tempo inteiro. Uma das histórias de sucesso é a de Gareth Thomas (rugby) que é atualmente development director na Prospero Education Recruitment e recorre aos assessments Thomas para recrutar atletas. 

O maior elogio que Moore alguma vez recebeu veio de Gareth Thomas. “Perguntei-lhe como estavam a correr as coisas e o Gareth disse-me que estava agora a receber da sua nova carreira aquilo que costumava receber do rugby. Para mim esta é uma afirmação muito importante, sabendo o quão apaixonado ele era pelo seu desporto e demonstra que fizemos uma excelente correspondência.”

O futuro

ACT planeia continuar a recorrer às metodologias Thomas para um melhor enquadramento dos ex-atletas aos novos desafios profissionais. 

A psicometria é essencial para nós, enquanto empresa, para colocarmos a pessoa certa na empresa certa. Esta minimiza os riscos e margens de erro, sendo que temos de manter em mente que estamos a tentar colocar alguém entre os 30 e 40 anos, que não tem muito tempo para cometer erros e que quer chegar ao nível elevado rapidamente.

Lydia Boucher

Lydia Boucher

Lydia joined the marketing team in 2013 after graduating with a degree in English Literature. She specialises in campaigns and internal communications and loves being able to fulfil her passion for writing in her day job. Outside of work, Lydia enjoys spending her summers at music festivals across Europe.