St Benedict’s Secondary School

John Lewis CSR partnershipChichester College

“Ao ajudar os alunos a tornarem-se mais autoconscientes, deu-lhes o poder para gerirem o seu comportamento e resolverem as questões e os problemas entre eles.”

St Benedict's é uma pequena escola católica com alunos numa faixa etária entre os 13 e 18 anos. Ao reconhecerem a importância de cada aluno (como um indivíduo), procuram assegurar que todos são ajudados e orientados para atingir o seu potencial.

O desafio

“A escola notou que alguns alunos não estavam a atingir o seu potencial máximo, como resultado de mau comportamento e pouco envolvimento.” explica Andy Watts, o Diretor Adjunto.

A solução

A escola realizou um estudo piloto recorrendo aos Assessments Thomas para melhorar o desempenho e o comportamento dos alunos problemáticos. 

A intenção era fazer com que os alunos se tornassem mais autoconscientes e encorajá-los a serem responsáveis pelo seu comportamento.

Seis elementos da escola foram formados para aplicar, interpretar e fornecer feedback em Thomas PPA (comportamental); Thomas GIA (aptidões cognitivas) e Thomas TEIQue (inteligência emocional). 

Foram identificados 63 alunos do 10º Ano e divididos em 2 grupos: os que exibiam comportamentos mais "desafiantes" e os que tinham um baixo desempenho, que estavam pouco envolvidos na escola.

Os resultados

“Entre os que apresentavam um elevado absentismo, foi notório o aumento da frequência às aulas, bem como, a melhoria do seu desempenho.”

Quando os alunos receberam o seu feedback, o seu comportamento mudou radicalmente. Ajudar os alunos a tornarem-se mais autoconscientes permitiu que tivessem uma melhor perceção do seu comportamento e que resolvessem os problemas entre eles. 
 

“Por exemplo, um aluno que era agressivo em sala e que passava grande parte do dia de castigo, transformou o seu comportamento após receber feedback. Ao descobrir as razões por detrás da sua raiva conseguiu modificar o comportamento e ficar mais calmo.” 

“Outro aluno que tinha a tendência para se tornar problemático nas aulas de matemática e ciências teve maior dificuldade em responder ao questionário de Precisão e Velocidade Numérica (Thomas GIA). Isto implica que tinha maior dificuldade em processar números e conceitos numéricos, de forma rápida. O aluno precisava de mais tempo para assimilar a informação numérica. No momento em que o aluno e os seus professores compreenderam as causas do seu comportamento, foram capazes de lidar de forma mais eficaz, o que levou a uma melhoria das suas notas.” 

Os relatórios Thomas facultaram uma linguagem comum entre os professores e os alunos. Isto permitiu que existisse um real diálogo entre ambos, o que nunca tinha acontecido. 

Os resultados demonstraram que os Assessments Thomas têm elevados benefícios, independentemente dos alunos. O tempo investido na formação da equipa (quatro dias), a entrega dos relatórios e o feedback individual aos alunos (uma aula para cada), é um valor ínfimo, para os benefícios obtidos. Os alunos ficaram muito impressionados pela experiência e consideraram que todos deveriam ter a oportunidade de passar pelo mesmo processo, desenvolvendo o seu autoconhecimento. 

Próximos passos

“Estamos a repetir o processo recorrendo ao Thomas PPA e ao Thomas GIA com os alunos do 10º Ano. A enfase do programa centra-se no autoconhecimento - promover nos alunos o desejo de melhoria - e como consequência, melhorar o ambiente na sala de aula.”